Tatá Aeroplano

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noites loucas intercalada com dias serenos … dias insanos intercalados com noites mais insanas ainda …

Noites loucas intercaladas com dias serenos … dias insanos intercalados com noites mais insanas ainda … e depois o dia inteiro pra dormir … pra depois, bem depois ou não … no outro dia acordar cedo e correr ao som do primeiro álbum que aparecer do nada na cabeça.

Essa semana corri ao som dos Stone Roses, segunda-feira bem no meio da tarde rachando na cabeça…  inspirado depois de uma night birinaites purpurina com uma galera da pesada; Ricardo Spencer, Beto Bruno, Bruno Moltalvão, Caio e Cia! Depois de passar um dia incrível no restaurante baiano Sotero, depois falarei mais sobre essa incrível e memorável tarde e depois night! Enfim, terminanos dançando Stones Roses e outros quitutes na casa do Spencer. Tenho alguns videos que se forem liberados pelos consultados … sejam publicados …

Mas voltando as corridas!

Uma hora de música na cabeça é endorfina liberada pra rapeize ligada no musculare e na mente. O melhor de correr no verão é que em dez minutos ou até menos que isso, tu começa a liberar uma adrenalina incrível … o corpo entra num transe louco … e em pouco tempo … se tu preserva esse lance em ti da transcendência … em pouco tempo você está simplesmente flutuando baby! O lance é demais, e você nem precisa usar nada nadinha pra chegar numa loucurinha básica no primeiro período da manhã. Bom, tem dias que vale a pena correr sob orientação orgânica defumada a partir de experiências alucinógicas consumíveis pós café da manhã.

Eu corro numa praça e já conheço todas as árvores do percurso um tanto quanto circular, ou não… eu vou correndo e tocando com um cumprimento todas as árvores e plantas que encontro pelo caminho … não! Isso não é TOC! É carinho e respeito aos seres vegetais. Eu tenho um cacto de estimação, uma coroa de frade, que trouxe da cidade de Santa Cecília nos idos de 99!

O carinho e respeito é tanto mesmo que algumas vezes esse ano, eu virei árvore, não vou conseguir explicar isso com detalhes … mas naquelas nights purpurinas de muitos papos, excessos e desapego, me peguei conversando com pessoas e meus pés pareciam patas de elefante, ou troncos de árvore cortados e tals. Daí eu ficava balançando, mexendo o corpo, a sensação é incrível, você vira um toco, algo assim, isso sempre aconteceu, mas esse ano foi um tanto quanto mais intenso.  Acho que isso aconteceu com frequência porque tenho visto e frequentado as árvores quase que diariamente nas minhas corridas matinais.

Hoje eu corri por mais de uma hora … já virou um lance filosófico. Correr na praça pode ser tão saboroso quanto sair a noite e cair na farra, mas isso explicarei com mais detalhes nos próximos textos, é um tese em andamento com desdobramentos práticos  a serem revelados.

Quando eu volto da corrida e não tem ninguém no apartamento … eu complemento o exercício físico com algumas músicas dançantes … pra aquela hora que você já liberou endorfina o suficiente para ficar bem louco e seu corpo entrar num transe movimentatório … é a hora da dança desenfreada.

Tomei coragem e filmei um desses momentos ao som de um Drum’n’Bass, música que eu dancei pacas nos tempos que eu saia pra curtir o som do DJ Marky nas noites da city …!

Não consegui botar esse link no Youtube … segue esse mais introspectivo de uma música cantada na lingua do nada, num período de incorporação plena e visceral!

consegui o link:

http://www.youtube.com/watch?v=YwDvtvRxeks

http://www.youtube.com/watch?v=000AClb6tqo&list=WLdRV_f2iIqr1Ch0XSTybdqoT5W-Pd3l_m&index=1

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