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Psicodelia, Praia, Café Batizado & Delírio

Psicodelia, Praia, Café batizado & Delírio

Sonho concebido na madrugada de 01 de Dezembro de 2015.

Estava em um ambiente extremamente musical. Era um festival de música que rolava numa praia, mas a praia estava onde é a represa que margeia a teatro rural perto do Galpão Busca Vida e da Fazenda Serrinha. Era tipo um festival da Serrinha praiano. Pela manhã todos os músicos e produtores colavam na praia pra tomar sol.

Encontrei o mister Meno Del Picchia, o mais bronzeado da turma Ele me disse que tinha ido ao Festival pra pegar onda e sol. Ele estava muito vermelho e chamei ele de “Raver Souza do Brasil. O Garoto Verão!”.  Ele riu e correu pro mar.

Cheguei no festival com a Julia Valiengo, fomos pra praia primeiro e no meio da tarde subimos até a cozinha passar o Café que o Carlão Oliveira tanto adora. Era uma cozinha imensa, que só tinha uma imensa mesa no centro e lá estava o Jesus Sanchez carregando uma prancha de surf printada com a capa do disco Frou Frou da amiga Bárbara Eugênia. A prancha era de chapar. Muito linda. Ele me disse que ir pegar umas ondas no estúdio e saiu da cozinha.

Comecei a fazer o café e o Pélico chegou com um copo de cachaça. Eu disse a ele que não estava bebendo e que ia terminar o café e pingar umas gotas de LSD pra ver no que dava.

Ele se animou, virou a cachaça e pediu café também. Passei o  café e levei até a imensa mesa. Pinguei ácido na caneca de todo mundo que estava lá. Sentei na frente do Pélico e ficamos conversando. Esperei todo mundo tomar o café batizado pra ver a viagem de cada um antes de tomar o meu.

O Pélico olhava pra mim e sorria. Só me disse: – Tataman. Esse é dos bons. Que viagem! Que viagem! Ele ria sem parar.

Pinguei mais ácido no resto do meu café e as, gotas ficavam lá, de mesmo jeito como mergulhamos um pão com manteiga no café.

Tomei o Café. Era meio da tarde. Sol bonito. Passou um tempo e o ácido bateu.

Foi uma sensação maravilhosa. As cores mudaram. Meu corpo começou a vibrar de maneira incrível. Levantei e saí da imensa cozinha. Encontrei a Julia e ela estava sentindo o mesmo que eu. Nos abraçamos e beijamos. Foi mágico.

 A visão da galera curtindo a praia foi uma das coisas mais lindas. A viagem era maravilhosa. Mente e corpo plenos … no meio da viagem entrei na praia pra pegar jacarés. Outra sensação inacreditável. A água batendo no corpo causou uma eletricidade nova. Obrigado sonho . Peguei vários jacarés … as ondas eram generosas. Fiquei um tempão pegando jacarés. Baita viagem. Sai da praia e fui pra areia sentir o sol do fim da tarde batendo. Fiquei um tempo lagarteando. Olhei pro Sol e Disse: -” Putz, então viemos de você mesmo!”.

Acordei.

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